quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Minha paz.



 Ultimamente minha mente pesa, gira e não consigo pensar, ás vezes parece que estou deprimida, ou algo do gênero, mas na verdade minha mente pede paz, a paz que o dia me tira, que meus pensamentos afastam. Queria ser uma borboleta e voar para longe, voar e voar, ir em busca dos meu sonhos sem sofrer. Estudar sem me cansar e nem chorar, não me desesperar.
 Meu corpo é frágil, basta um toque que ele se quebra, minha alma também. Pode ser uma palavra, uma palavra não dita ou até um olhar negativo para aquele dia se tornar cinza. Tento trabalhar isso todos os dias em mim, e me olhar no espelho e pensar; Eu consigo!
  Todos os dias juro não desanimar e nem pensar negativo, não sou perfeita e nunca fui. Tem dias que tudo que eu queria era me trancar num potinho e esquecer. Não estou desistindo, estou descansando, algo que eu estou precisando. Minha mente fica ativa 24 horas, pensando, pensando e achando problemas onde não tem. Não tenho problemas e eu só tenho 14 anos, mas vai dizer isso para ela. Algo que sempre me acalma é conversar com Deus ou ficar deitada, quieta, apenas ouvindo minha respiração, ou dormindo no colo da mãe, melhor coisa. Eu preciso passar por isso, para realmente descobrir quem sou eu de verdade, si eu vou continuar amando listras e coisas do Tumblr ou vou gostar de Rock, si vou amar cabelos longos ou vou cortar curtinho, si vou finalmente ouvir algo e sorrir em troca, com a alma livre de todo peso que as pessoas me passam seja por palavras ou qualquer coisa, não ligar para os outros.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Entrevista com Vanessa Brunt -Sem Quases-


 É a primeira vez que entrevisto alguém, por isso fiquei um pouco nervosa. Eu acompanho a Blogueira/Escritora a um bom tempo, conheci o blog pelo grupo Blogueiras, Gurus & Seguidoras no Facebook. Para quem não conhece a Vanessa, ela é uma escritora com livro publicado o '' ENTRE CHAVES'', porém já está trabalhando na próxima obra, de nome ''Depois Daquilo'', e dona do blog SEMQUASES.COM
 São oito perguntas, o foco em si são nas suas obras que eu particularmente tinha muita curiosidade em saber. Foi um prazer conhecer um pouco mais dessa pessoa incrível e quem sabe inspirar vocês que assim como eu, ama escrever! Vamos para as perguntinhas?

                                                                      Entrevista


Anny Santos-  Quando você descobriu o seu amor pela escrita?


Vanessa BruntPôr os meus sentimentos em palavras foi, desde os primórdios, a forma mais tranquilizante que encontrei para desabafar e reler a mim mesma, as pessoas e o mundo. Não posso definir a idade exata (e nem o quando) em que passei a transpor os meus pesares e glórias em letras, simplesmente porque foi uma necessidade natural, foi a terapia que descobri obtendo desde cedo, a minha forma de expelir minhas verdades, sentimentos e indagações. É necessário que possamos descobrir quais maneiras temos de, a sós, conversarmos com os nossos sentimentos, com sinceridade (até porque, fazer uma arte mentindo para si ou nem falando consigo, não é fazer uma arte), seja escrevendo, compondo uma melodia, desenhando, falando com o espelho ou aderindo a qualquer forma que sinta como mais confortável. Ouvir uma música para sentir o próprio desabafo, ler um livro, ver um filme... São tipos de leituras incríveis e também necessárias, tanto quanto ter conversas mais reflexivas entre amigos. Mas é quando invadimos o nosso encontro interno que chegamos nos cernes do autoconhecimento. Acho que a caminhada maior para mim, foi a de desvendar os gêneros com os quais mais havia identificação para que eu escrevesse e, apesar de amar liberar meus sentimentos em diversos formatos escritos, sinto-me muito grata à minha própria estrada, por ter tido a clarividência de que nas poesias e nas crônicas é que mais encontro a mim (apesar de amar demais escrever ficção, mas nesse caso é hobby, e meus escritos cotidianos são exigências e emergências do meu ser). Os meus primeiros livros não foram muito premeditados (foram coletâneas com outros autores, nas quais fui a autora principal. Sempre com poemas escritos antes de raciocinar lançar algo), eles surgiram pelo impulso da minha percepção de ter descoberto quantas pessoas estavam sendo acolhidas pelos meus escritos, quantos corações estavam sendo ajudados através da identificação e quantas mentes estavam refletindo junto comigo de uma maneira que eu nunca havia imaginado. Aceitei, na época, participar de coletâneas por conta dessa sensação de ter pessoas (meus leitores) compartilhando das mesmas teses que as minhas. Isso causou uma imensa vontade de alcançar o máximo de indivíduos que eu pudesse, e fui observando que lançar livros é uma das melhores maneiras de tornar isso algo mais real, por isso compartilho, para que possamos observar que viemos sozinhos para estarmos juntos! Mas o meu amor pelos desabafos escritos foi mesmo apenas desespero interno.


Anny Santos- Seus familiares sempre te apoiaram no Blog?


Vanessa Brunt- Meus pais sempre priorizaram o papel da amizade na minha criação, a conversa foi a maior base utilizada. Então, isso gerou uma facilidade deleitosa para que eu pudesse explicitar as minhas opiniões, e assim, ouvir os seus conselhos entendendo que apesar dos tais, sou livre para fazer as minhas escolhas e, portanto, para dever também administrar as renúncias e consequências geradas a partir delas. Eles sempre souberam que eu iria escolher algo no âmbito da escrita, já que foram acostumados a me ver crescendo enquanto escrevia em diários e criava peças de teatro, colocando crianças do condomínio no elenco; além de presenciarem as minhas constantes entregas de cartas com textos e poesias diversas para quem eu considerasse importante ou para quem eu achasse que poderia estar necessitado de algum conselho de superação. Logo, o incentivo para seguir o caminho que optei foi tamanho, mas veio com alguns alardes, como o fato de ter que tomar cuidado para não esquecer de que nenhum trabalho dependente de público, ou que não assegure um diploma, é certeza de barriga cheia no fim do mês. Por isso, faço a minha faculdade de jornalismo, que também engloba portas para a área da escrita opinativa (o importante, nesses casos, é buscar complementações para o seu caminho, e não afastamento), e prossigo, em conjunto, entregue ao compartilhamento da minha arte, que faço porque faz parte de mim, porque desentala meu coração. Graças ao apoio de ambos pude entender quem sou e qual legado desejo, por isso afirmo que com ou sem o ânimo dos outros, o importante mesmo é não se permitir frustrar pela não busca de uma aspiração. Correr atrás e quebrar a cara é melhor do que viver na eterna dúvida. Pode até parecer clichê, mas é realístico e fundamental para o autoconhecimento, que é a chave mestra para a porta da gaiola.


Anny Santos- Você já está trabalhando no seu segundo livro? Pretende publicar estórias, ou você prefere contos, crônicas e poemas?



Vanessa Brunt- O segundo livro solo, de nome “Depois Daquilo”, vai lançar ainda no começo desse ano (daqui a poucos meses) e estou super ansiosa para vê-lo nas mãos e corações dos meus leitores! Ele mescla muitas crônicas e frases, com pitadas de poesias, além de conter diversas brincadeiras com a escrita de algumas palavras. Creio que é a obra, até então, que mais mostra a diversidade da minha escrita, porque contém tanto os textos de linguagem mais direta e simples, como os mais detalhistas e metafóricos. Pouco faltará no livro em relação a minha maneira de escrever, que varia, dependendo do sentimento, desde uma profundidade vocabular mais extensa, até uma direção mais presente na linguagem oral. Gosto que fique sempre claro que jamais faço uso de palavras para “impressionar” ou “enriquecer”, assim como não costumo manipular meus textos e poesias, modificando algo após finalizar o escrito. Acho desnecessários ambos os tipos de feitos. Coloco a verdade acima de tudo, e para ser sincero, precisa ser livre de tentativas para agradar uma totalidade ou engrandecer além do sentido. Respeito os meus desabafos e leituras de mundo e, por isso, deixo que eles possam ir para todos os cantos da maneira com que saíram de mim, seja com um neologismo, seja mais curto, mais longo, de uma forma mais simples ou de uma maneira mais distante do usual. Cada vírgula é natural, cada ponto é sem esforço. E o Depois Daquilo mostra, justamente, essa variedade dos meus desembaraços, sendo diferente do Entre Chaves e das coletâneas mais antigas, que explicitam com um enfoque maior, as minhas poesias mais estruturais, que podem ser vistas como de cunho mais rebuscado, porém, obviamente, captam tanto quanto, os meus sentimentos à flor da pele do momento descrito. O mais bacana sobre o próximo livro, é que reúne desabafos de questões muito recentes da minha vida, enquanto o Entre Chaves tem escritos bem antigos, feitos desde, aproximadamente, os meus 13 anos. Então, os leitores carregam o meu passado em mãos, e agora vão carregar meu presente.
Sobre lançar livros de estórias: Os meus escritos cotidianos são, de fato, minhas crônicas e poesias. As escrevo por necessidade, por impulsos do precisar. Mas tenho um amor imenso também por criar contos e estórias em paralelo, vez ou outra, que denotem frutos dos meus desejos mais utópicos. Sou apaixonada pelo universo místico e adoro pensar no fato de que a magia existe. Existe dentro das nossas escolhas, da nossa força de fazer coisas incríveis por outro ser humano e por nós mesmos, de provar que o impossível é apenas um caminho ilusório para a distância do que ainda não conseguimos alcançar. Então, resumindo, sim! Tenho muita vontade de lançar, futuramente, livros de ficção. Inclusive, venho trabalhando em um pelo qual estou cada vez mais apaixonada e envolvida. O problema é que escrever um poema ou uma crônica, para mim é tiro-e-queda. É "sento e desabo", respeitando o que senti e o que saiu através dos meus sentimentos. Em uma ficção fico mais crítica, crio algo novo o tempo inteiro e fico achando que nunca vou terminar, porque sempre vou ter alguma nova criação dentro daquela estória... É um universo inteiro e infindável para desvendar. Então, agora estou focada no que sempre vou escrever, que são meus textos e poemas, mas afirmo que pode vir, em breve, algo nessa linha mais imaginativa.


Anny Santos- Você já havia imaginado que iria conquistar tantas coisas?


Vanessa Brunt- Tudo aconteceu e tem acontecido muito naturalmente, mas, ainda assim, fico sempre boquiaberta, e é uma sensação deliciosa! Quando eu era menor, nunca pensei sequer que meus escritos sairiam dos diários, cadernos e dos documentos do meu computador para chegarem em questões de provas da minha escola e de outras tantas da minha cidade, muito menos que iriam virar livros em grandes livrarias. Como eu disse, mal tinha coragem de compartilhar esses pontos tão pessoais, mas fui, aos poucos, vendo o suporte que isso dava para quem lia, observando o quanto isso é uma troca evolutiva imensa, que sempre fará com que ambos os lados aprofunde os pensares e as sensações, encontrando cada vez mais sentido nas vivências, e então o desejo de partilhar meus desabafos veio por isso. Tudo sem forçar, mas sem deixar também de correr atrás. O que mais posso indicar para quem está sentindo que o caminho está árduo demais é que viva outras coisas que podem ajudar naquilo enquanto não abandona aquilo! Faz uma faculdade que dê suporte, faz um canal para o blog, faz um estágio diferente para chegar naquela tal empresa. Arrisca o que pode abrir alguma porta que tenha a ver!
Sobre um blog, sempre pensei em ter, porque sempre tive vontade de detalhar as mensagens dos filmes, das séries, dos clipes e de qualquer arte que eu via. Ficava triste ao ver comentários do tipo “nossa, que clipe horrível, nada a ver com a música”, enquanto era uma obra metafórica incrível, tocante, que bastava apenas que a pessoa parasse um pouco para refletir sobre os pontos implícitos, para observar a intensidade. E, depois de um tempo, mais exatamente há quatro meses atrás, resolvi logo começar com isso também, sem mais demoras, e aí estamos com o Sem Quases! Englobando essas análises e muito mais profundidades.
 

Anny Santos- Como foi o processo do seu livro? Foi difícil escolher a capa? E o título maravilhoso, como surgiu?



Vanessa Brunt- Quando o livro ficou com o miolo pronto, foi só alegria mesmo e, claro, ansiedade. O problema maior foi reunir os escritos antigos para a obra, não sabia o que escolher (sou péssima para selecionar os meus próprios textos e poemas dentre tantos), e para isso, pessoas próximas foram me ajudando. Sofro, por exemplo, com isso de postar frases, porque, geralmente, as minhas frases que circulam na internet são fragmentos de algum texto ou poesia que um leitor selecionou/recortou, e não sei escolher esse tipo de coisa, porque tudo para mim tem sua importância e valor, tenho carinho por cada um e críticas construtivas sobre todos. Mas, de resto, até em relação à diagramação do livro, foi tranquilo. Eu já sabia como queria a capa, fiz um desenho com a metáfora (sou péssima para desenhar, imagina a coisa abstrata que ficou!) e descrevi para a editora. A gaiola representa a minha mente, as chaves o meu coração e os pássaros são a representação de cada sentimento que guardava lá nas profundezas das minhas gavetas internas (e externas), e que a partir do primeiro livro solo, permiti que voassem. E foi daí também que veio o nome do livro: A inspiração, assim como para tudo o que escrevo (exceto as estórias/ficção, que já abrangem criatividades e desejos mais externos), vieram das minhas próprias experiências e de situações diversas que acompanhei e que mexeram comigo de alguma maneira corpulenta. Alguns dos desabafos que guardava há anos e/ou meses nas minhas gavetas (que mesmo pessoas próximas a mim não conheciam), foram os que, aglomerados, formaram o “Entre Chaves”. Justamente por tal motivo, o nome da obra retrata o que estava, literalmente, entre chaves nos meus relicários. O livro aborda temas variados, desde os meus antigos romances, amizades, fortalezas e fraquezas, até as minhas revoltas em relação a quesitos sociais. Tudo girando em torno, como sempre ocorre em todos os meus escritos cotidianos, da minha descrição para quem sou: Transpondo desabafos em palavras enquanto houver intensidade, sou uma incurável apaixonada por metáforas, por detalhes e por sentir. Bom, recapitulando, eu já sabia sobre como queria a maioria dos detalhes internos, como seriam as metáforas imagéticas para acompanhar a ideologia da obra, etc. E a editora estava aguardando a obra antes mesmo do meu envio. Depois de selecionar os escritos, foi tranquilo. Então o que recomendo para quem quer lançar um livro: sempre deixe o miolo todo pronto antes de falar com a editora sobre o novo livro! Porque depois que estiver tudo certo com a editora, você ficar precisando reformular ele, é o maior atraso e agonia que tem!



Anny Santos- Como você se sente em relação ao seu público, provável que seus textos inspirem muitas pessoas. Tem alguma mensagem em especial para eles?



 Vanessa Brunt- Eles são maravilhosos, interativos e tão próximos. Eles conhecem tanto de mim e fazem questão de desabafar sobre os pontos de identificações que carregam com cada escrito. Eu amo essa troca, que com o blog cresceu ainda mais! É um prazer tão imenso poder receber conselhos deles e dar os meus, indo além dos meus sentimentos escritos como forma de contato. Só tenho a agradecer por tanto carinho e sempre espero que eles lembrem que dão sentido a cada um desses compartilhamentos que emito e que sempre haverá quem se identifique com eles, quem venha a ser acalentado por palavras deles, por talentos deles, assim como eles descrevem ser pelas minhas letras. Quando escrevo, desabafo e, durante esse expelir, acabo compreendendo mais sobre mim, meus sentimentos e a sociedade, como já citei. E é isso o que mais desejo que ocorra com os meus leitores: que eles possam encontrar pedaços deles dentro desses fragmentos do meu coração, passando a descobrir ou a entender melhor o que desejam, o que não desejam, o que tem como valor, o que realmente guardam de dentro para fora, etc. Quero que eles observem que nenhuma história é igual. Cada particularidade dentro de cada uma, muda todo o significado, todo o peso (que para cada um, será diferente), mas espero que ao mesmo tempo eles lembrem sempre que não estão sozinhos com suas dores e flores, que eu sinto cargas parecidas com as deles, que existe muita gente que está passando por algo parecido (ou já passou) e encontrou soluções, gostos e maneiras de seguir. É isso o que ocorre, inclusive, em casos de quando ainda não escrevi sobre algo que está começando a borbulhar em mim, e então, ouvindo uma música (lendo a letra da composição), passo, por vezes, a ir captando o que realmente está ocorrendo no meu intrínseco. E vivendo e constatando, vou digerindo e anotando. Eles são parte da força que tenho para levantar, pensando: “caramba, quando eu escrever sobre isso, alguém pode se identificar, e se alguém pode, alguém também está passando por isso ou passou. Está todo mundo vivo, então tudo bem, eu vou ficar mais forte junto com eles e isso é o que vale”. O sentido é sobre estarmos sozinhos aqui para estarmos juntos, e adoro ratificar isso.


Anny Santos- Para finalizar: se defina em duas palavras!


Vanessa Brunt- Sempre fui péssima em resumos, mas algo que eu não tenho dificuldade em afirmar é isso: Se for para eu me descrever em duas palavras, com certeza elas serão “SEM QUASES”, e esse é um dos motivos para o qual o blog leva tal nome. Um pedacinho da descrição do blog diz assim: “Nunca apreciei receber cartas com citações copiadas de algum lugar. Sempre fui encantada por presentes e palavras que portam detalhes que só os envolvidos entenderão, que não se repetirão com outros "alguéns". Originalidade é a maior chave da intensidade. Tudo aqui, portanto, sempre terá um significado, sempre juntará pedaços intrínsecos. Simbologias e metáforas estarão para todos os lados. Elas sempre estão, basta querer enxergar e analisar além (que é o que desejo que jamais deixem de fazer). Absolutamente nada será feito ou dito só por ser belo e/ou atrativo, assim como quando escrevo o que sinto. Cada frase e matéria tem uma carga de motivos, cada cor e fonte tem um porquê. O fundo estético do título tem uma "explosão" ocorrendo atrás, porque o que é "Sem Quases" vai para mais de um lado, saindo do costumeiro, do curto, do que está somente visível. Aqui, seguindo como em tudo o que cometo e planejo, é de dentro para fora, usando o externo apenas para ampliar o que houver nas profundezas. O inteiro não existe em todas as instâncias, porém por isto existe a graça de procurarmos incessantemente o que for o mais perto possível dele. O nome do blog carrega, portanto, toda essa ideia do acentuado que trago em mim. E, nitidamente, abrange também o fato de que aqui vamos falar de fatores além da minha escrita mais expelida (sem a deixar faltar), logo, estaremos indo para ângulos com ainda mais possibilidades, estaremos acrescendo caminhos, estaremos sendo, ainda mais, Sem Quases”. Então, não poderia ter definição de duas palavras que mais coubesse em mim, ou melhor, que mais transbordasse.
Adorei responder. Adorei as perguntas!

 Foi um imenso prazer conversar com a Brunt, ela é incrível e o Blog mais ainda! Espero que tenha tirado um pouquinho de curiosidade sobre o processo de publicar um livro, e enfim. Bom, não se esqueçam de conhecer o SEM QUASES. para você acompanhar a Vanessa nas redes sociais, deixarei o nome delas aqui em baixo. Espero que gostem, assim como eu!

Instagram: @vanessabrunt
Blog: SEMQUASES.COM
Canal no Youtube: Vanessa Brunt
Snap: VanessaBrunt
Facebook: VanessaBruntOficial

                                    
 


  
 
                                                          Transbordo em tudo.

                           Fico onde couber.    -Vanessa Brunt                                  


 


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Volta ás aulas/ Vídeo.



As aulas estão preste a voltar e eu preparei um vídeo com muito carinho de sugestão de Make, Looks e penteado para escola. São super simples mas tudo com um charme, sabe? São três looks básicos e uma make natural!

PRODUTOS USADOS NA MAKE:

BBcream
Corretivo

Blush
Rímel
Gloss e protetor
Lápis branco e Marrom

                                       Vem conferir o vídeo? Se gostar se inscreva!
https://www.youtube.com/watch?v=aOQNG4zlWvE
Anny

Imagens livre para o uso, onde encontrar?

 Infelizmente já fui aquela pessoa que saia pegando fotos pelo Google a fora porém isto é muito sério e pode trazer problemas graves. Algumas opções muito sensatas é sempre avisar que você não tem direito algum sobre aquela imagem tanto no post ou um aviso no blog mesmo. Hoje eu trago duas indicações de sites que possuem imagens sem direitos autorais, ou seja, livre para o uso. Eu quase piro nesses sites, a qualidade é excelente! São fotos lindas de paisagem, flores e muito além, vale muito apena conferir:

O primeiro é CUPCAKE, são fotos numa pegada 'tumblr' que eu particularmente amo, não são muitas opções mas são incríveis mesmo assim.

LINK: http://cupcake.nilssonlee.se/

Exemplo:
 
 
 
CO0 ARCHIVES
O último mas não menos importante, é bem mais completo e tem muitas variedades, ele é mais chatinho de usar mas é fácil, viu?
 
LINK: http://magdeleine.co/license/cc0/                                                                                       
                                                                                       
Exemplo:                                                                                                                                           
                                                                                                                                  
                                                                                   
Espero que as dicas ajudem vocês, tá bom? Aproveitem e faça post com mais tranquilidade!

Anny
 

Desabafo, sociedade, Deus e fé.


Sempre me questionei sobre Deus e sempre tive motivos para crer e ama-lo incondicionalmente, ás vezes bate aquela dúvida sobre algo, coisas, pessoas.
 Eu fico extremamente triste quando eu vejo as pessoas criando uma imagem de Deus negativa, algo que ele não é. Ele não julga, não oprime e não condena, ele salva. Ele sabe nosso destino por isso não fique triste, 'tem males que vem para o bem'. Principalmente nos momentos de perda, quando alguém querido se vai, vem aquela maldita dúvida e você fica exausto, frustrado e com raiva de si mesmo. Eu sei, já aconteceu comigo. Deus sabe de tudo, e talvez um ente querido esteja melhor no céu, já pensou nisso? Pois pense.
  Cada dia a humanidade me desanima, me decepciona. É tanto ódio, rancor, drogas e perdições, não julgo ninguém, cada um tem a sua vida e faz o que bem entender, mas isso NÃO é saudável, nada é saudável si te levar para o fim do poço e isso fato. Respeitar é algo fundamental para conviver com pessoas e o que mais vejo são pessoas despreparadas para viver em sociedade. AME-SE mais, se valorize você é linda!
  O que será que tem além desta vida? Anjos a nossa espera, ou ao contrário? Eu creio em algo a mais, eu sei que tem algo depois e eu sei também que, de alguma forma todas as minhas dúvidas estarão tiradas.
  Não sei muito bem sobre o que este texto retrata, mas precisava desabafar sobre isso, algo que me questiona diariamente. Algo que vejo todos os dias.

Anny

sábado, 16 de janeiro de 2016

Quatro patas.

 



Este texto sem dúvidas é o mais difícil que já escrevi.

   É Difícil pensar que, em poucos minutos você não estava mais aqui, você não corria mais pela casa e não me mordia. Você foi uma das pessoinhas mais incríveis e especiais que já percorreu pela minha vida, você passou 5 anos ao meu lado, me conhecendo e vendo meu amadurecimento. Passando pelos momentos especiais e marcantes da vida de qual quer adolescente, você estava aqui. Estava.
  Palavras não vão descrever o vazio que me encheu quando eu sai daquela sala, a minha mente girava em poucos segundos, a ficha não caiu, e creio que não vai cair tão cedo. Eu sinto sua falta em todos os lados desta casa, a cada canto que eu olho, eu vejo você.
 Daria tudo para apenas te ver novamente. Só para ter certeza que você não se foi para sempre. E no meio de lágrimas sobre este teclado, peço a Deus para te iluminar seja onde você estiver..

Com imenso amor, Anny.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Novo começo..



Todos os anos faço promessas e metas para seguir, porém este ano a minha principal meta é trabalhar meu psicológico. Não quero ganhar peso e nem ser a mais famosa, mas algo que eu preciso profundamente é cuidar de mim, minha mente.
 As vezes me afundo em mares escuros cujo qual não sei nem como fui parar ali, si me joguei ou fui jogada. Quero saber o que se passa dentro de mim e o motivo dessas confusões que acontece em mim, esses sentimentos que transbordam e quase me afogam, e o motivo que eu tenha medo de me entregar. Este ano quero começar uma nova versão minha, pensei em corta o cabelo usar roupas menos menininha e sair mais. Vamos lá, eu não tenho coragem de cortar e eu adoro coisas românticas, e por que diabos eu não gosto de festa? Nada contra mas minha mente começa girar, é algo estranho sobre mim.
 As vezes tudo que eu quero é apenas voar, voar para o céu e sentar lá no alto, e ficar olhando as pessoas no seus dias agitados. Acompanhar casais e crianças, o sorriso delas são incríveis! Ou poder me sentar ao lado de pessoas que já foram, ter o poder de me amenizar num lugar, ficar pequena quase invisível. É algo que eu preciso.
 Quero um novo começo para a minha história, talvez uma nova página para escrever, mas já está toda rabiscada.

Anny.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Quero respostas.


 Eu sei que, neste exato momento você está ouvindo Taylor Swift.
 Eu gostaria de saber o que é este sentimento que me domina, algo que vem de repente. Eu queria saber por qual motivo eu não sou amiga do espelho e para que eu me comparo tanto aos outros. Não sou a mais inteligente e nem sou burra, mas tem necessidade de se consumir em provas? Você vai bem, acalma. E seus olhos como eu odeio, eles penetram em mim que eu fico paralisada, seu calor é algo que meu corpo congelante pede, sua pele é tão delicada como um toque de um anjo, desconfio que você seja o meu.
 Queria saber também o que é o amor próprio, pois ele habita em mim alguns dias e depois vai embora me deixando sozinha, e com isso vem os pensamentos negativos que estão me fazendo escrever este texto. Eu quero me encontrar, seja num pensamento ou no seu abraço, eu quero simplesmente saber quem sou eu. Quero acordar e ter certeza do que eu vou fazer naquele dia, quero meus sonhos organizados e não pendurados, quero sair sem maquiagem sem estar nem aí para o mundo e quero minha paz, a paz que minha mente me tira e não estou falando de paz espiritual. Queria ser mais tranquila e me exigir menos, e ao mesmo tempo ser tudo o que eu planejo deitada.
  Eu sei que a cada tombo me levantarei mas não quero precisar cair diversas vezes para aprender, quero cair e me levantar sem reclamar, quero me afundar em meus pensamentos sem precisar desabafa e chorar neles. Eu tenho uma voz trancada em mim e eu lhe pergunto: quando a deixarei livre? Eu queria saber.

Anny

Pra eu mesma

Oi 2014, sou eu. Sim, meu cabelo esta curto, sei que você sempre quis cortar. Queria que a Ana de 2014 soubesse de algumas coisas, por...